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primeira
edição

A 1ª edição da Bienal das Amazônias acontecerá entre junho e agosto de 2023, na cidade de Belém, Pará, e estará sob a curadoria da Sapukai: Flavya Mutran, artista e pesquisadora que atua no campo da Arte e Comunicação desde 1989; Keyna Eleison, atual diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), pesquisadora e curadora; pela curadora independente Vânia Leal, especialista em História da Arte, Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura; e por Sandra Benites, curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). À frente da direção artística da Bienal das Amazônias está Yasmina Reggad, curadora do Pavilhão Francês na 59ª Bienal de Veneza (2022).

Além de museus, galerias e outros espaços públicos voltados para a produção artística, o público vai interagir com site specifics de obras de artistas nacionais e internacionais construídas em sinergia com a urbanidade da cidade de Belém, Pará.

Depois de Belém, um recorte do projeto expositivo e pedagógico fará itinerância nas cidades de Manaus (AM), Marabá (PA), São Luís (MA) e Macapá (AP) no segundo semestre de 2023 e primeiro semestre de 2024.

Sandra Benites

É educadora, pesquisadora e curadora, radicada no Rio de Janeiro (RJ) e pertencente ao povo Guarani Nhandewa. Ela é Doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foi curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), tendo sido a primeira curadora indígena contratada por uma instituição de arte no Brasil. Seus projetos curatoriais mais recentes incluem Dja Guata Porã: Indigenous, no Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) e Sawé, no SESC Ipiranga, Rio de Janeiro.

Flavya Mutran

É artista, pesquisadora e professora, radicada em Porto Alegre (RS). Ela é Doutora em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na qual é professora nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais do Instituto de Artes. Desde os anos 90, participou de exposições nacionais e internacionais, salões de arte, e concursos de fotografia. Ela possui obras em acervos privados e públicos como a Coleção Pirelli no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, na Coleção Joaquim Paiva do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS), e Museu de Arte Contemporânea do Pará.

Kenya Eleison

É curadora, escritora, pesquisadora, herdeira Griot e xamãnica, narradora, cantora, cronista ancestral e radicada no Rio de Janeiro (RJ). É Mestre em História da Arte e especialista em História da Arte e da Arquitetura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e bacharel em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É diretora Artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), com Pablo Lafuente. Ela fez recentemente a curadoria da 10a Bienal internacional de Arte SIART (2018), na Bolívia, assim como a coedição da publicação da Bienal de Liverpool 2020/2021. Ela é cronista da revista Contemporary& Latin America, e professora do Programa Gratuito de Ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. É membra da Comissão da Herança Africana para laureamento da região do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial (UNESCO).

Vânia Leal

É Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Docente da Secretaria de Educação desde 2004. Docente da Faculdade FIBRA – Faculdade Brasil Amazônia. Coordenadora e Curadora Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como: Curadora indicadora Prêmio Pipa 2017. Comissão de seleção do Edital Rumos Itaú Cultural 2019/2020. Curadora da Exposição “Em Casa” da artista Elisa Arruda no Banco da Amazônia no ano de 2021. Organizadora da Coleção Guajará para o Museu de Artes Plásticas de Anápolis GO no ano de 2021. Curadora da Exposição da Coleção Eduardo Vasconcelos nas Galerias Theodoro Braga e Benedicto Nunes no Centur em Belém PA no ano de 2021. Júri consultivo do Programa de Residência e Pesquisa do Instituto Incrusartiz RJ 2022. Vive e trabalha em Belém.